aprendedorismo

o poder do hábito do charles duhigg: não existe aprendedorismo sem a criação ou mudança de hábitos. poderia até dizer que são sinônimos.

como ser tudo da emilie wapnick: até então, o livro mais simples, completo, prático e direto ao ponto sobre como trazer a prática de aprendedorismo para a realidade.

refuse to choose! da bárbara sher: o segundo livro que li sobre o tema de aprendedorismo e achei que a maior contribuição dele foi o modelo LTTL e as antidefinições em relação aos scanners, que torna essa identidade bem mais clara.

como ler livros do mortimer adler: sem dúvidas, um dos livros centrais do meu manual de aprendizagem. minhas definições de boa leitura foram atualizadas por este livro. ele me ensinou e continua me ensinando a compreender as idéias dos autores de forma mais efetiva e com menos preconceitos.

autoconhecimento

na minha pele do lázaro ramos: eu comecei a ler esse livro na busca de uma parte da minha identidade que por muito tempo tinha deixado de lado por medo e fuga. tenho a impressão de que não poderia ter começado por outro livro, porque o lázaro cumpriu muito bem o papel de pincelar vários subtópicos da questão racial com a linha dorsal da sua experiência, ao mesmo tempo convidando para o aprofundamento com as várias referências mencionadas. saio desse livro com uma lista gigante para continuar lendo, uma melhor autoestima e mais consciente no combate ao racismo, que realmente só atrapalha nosso no aprendedorismo.

amar e ser livre do sri prem baba: li este livro com a curiosidade de compreender os relacionamentos afetivos de um ponto de vista espiritual. achei interessante o convite que o autor nos faz para  reflexões profundas sobre os mecanismos que nos impedem de experimentar relacionamentos afetivos honestos e como reverter esse quadro para vivermos uma vida mais plena.

propósito do sri prem baba: essa leitura para mim veio em um momento de confusão profissional. estava precisando me reconectar com meu coração e intuição de uma forma mais profunda, então para mim valeu. leitura simples que me deixou a marca de que é preciso dar outro significado as feridas emocionais do passado. 

a arte de viver do epíteto: ótima leitura. não só pela mensagem, mas o exemplo de vida do filósofo romano que nasceu como escravo, conquistou liberdade e se tornou uma pessoa eminente na sua época – o imperador marco aurélio foi discípulo dele para vocês terem uma idéia.  para quem ainda não fez pazes com a filosofia por achar que os caras viajam demais na maionese, tá aqui uma escola com uma pegada bem prática e ferramental para ser viver uma boa vida.

o poder do agora do eckhart tolle: decidi ler este livro por recomendação da minha mãe. Estava enfrentando um momento de alta ansiedade e tive a impressão de que o livro conversaria bem com meus anseios. depois de processar o resumo dele no 12 min, me convenci total de que a leitura valeria a pena. dito e feito :). Foi super fluida e cumpriu bem seu papel de diminuir minhas preocupações.

em busca de sentido do viktor frankl: frequentemente escutamos que devemos descobrir nossos dons ou encontrarmos nossa vocação para sermos felizes. viktor frankl – médico psiquiatra e psicólogo que sobreviveu a 3 anos de torturas horrendas em Auschwitz – defende que não é bem esse o caminho para a autorrealização. Através da sua experiência no campo, ele traz à tona a logoterapia, uma abordagem pragmática sobre como se ter sentido na vida.

uma ética para o novo milênio do dalai lama: conversar sobre ética pode ser algo bem complexo.imagine, então, se a associarmos à inteligência emocional o quão mais pode ficar? de fato, não consigo me lembrar de uma discussão sobre esses temas que não se perdesse em um jogo retórico. Para a minha supresa – entretanto – ao ler o livro do Dalai Lama, me senti reanimado pelo olhar descomplicado que ele dá ao assunto.

negócios

gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações do idalberto chiavenato: livro texto interessante para se ter uma visão macro de todos os subsistemas de gestão de pessoas, principalmente para profissionais de rh que não tiveram nenhum contato teórico com a disciplina durante o ensino superior (psicologia e adm a priori).

the alliance: managing talent in the networked age do reid hoffman: o “the alliance” é a proposição de um modelo na relação empresa/empregado que busca se adaptar ao contexto atual do mundo dos negócios. a premissa para existência desse modelo é de que a confiança nas relações de trabalho está deteriorada. Antigamente, o colaborador entrava na empresa, passava 30 anos e era comum se aposentar por lá. hoje — na era da conexão — as relações de trabalho seguem uma dinâmica bem diferente.