em produtividade

A minha primeira demissão foi um processo bem doloroso e bem rico em autoconhecimento. Autoestima aos pedaços por alguns meses, chorei mililitros, fiz terapia intensiva e li autoajuda até racionalizar o processo. Agora tenho um distanciamento suficiente da situação para poder compartilhá-la aqui de buenas e sem muito drama. 🙂

Espero que compartilhar essa retrospectiva gere algum conforto para quem passou, está passando ou vai passar por essa experiência, que, a depender da forma como a interpretarmos, pode nos ajudar muito no nosso aprendedorismo.

No começo

A empresa em que trabalhei era quase a minha vida inteira. Meu círculo social, validação e identidade estavam bem atreladas a ela.

Antes de entrar lá, fiz o processo seletivo de forma bem intencional. Era uma das únicas empresas que enxergava compatível com o que buscava para a minha carreira naquele momento. Tinha uma expectativa clara das habilidades que gostaria de desenvolver lá em troca de “vestir a camisa”.

Uma vez lá dentro, foi a realização de um sonho mesmo. Nos primeiros trimestres, me sentia mega feliz com a velocidade do aprendizado, com as pessoas e com o ambiente de trabalho em geral.

A posição em que entrei me ensinou competências importantes, mas não era exatamente a que me daria o conjunto de habilidades que buscava desde o início.

Ao me dar conta disso, me esforcei para me destacar de alguma forma, pois sabia que para pleitear a promoção para o time em que poderia realizar meu objetivo de aprendizagem, estar em evidência influenciava positivamente.

A forma como decidi fazer isso foi – além de garantir o feijão com arroz da meta batida – escrever nas horas vagas. Depois de alguns meses então,

Fui promovido!

No entanto, a promoção que havia conquistado não era para fazer exatamente o que tinha como propósito.

Diga-se de passagem que a definição de propósito que tô usando aqui é bem simples: fazer o que a gente quer a partir de algo que vem de dentro, seja a própria curiosidade, interesse ou qualquer força intrínseca.

Bom, o acordo que aceitei seria primeiro resolver um desafio que o time tinha, para depois contribuir da forma que me considerava mais capaz. Até aí tudo bem. Aliás, esse tipo de combinado pode funcionar muito bem em vários casos e ser bom para empresa e a pessoa.

Nesse específico caso, acabou não funcionando porque exigia habilidades e motivação que eu não tinha suficientemente para entregar o projeto em tempo hábil.

Mesmo me esforçando bastante durante o expediente, em horas extras e buscando resolver o desafio na melhor das intenções, eu só me dei conta da minha limitação meses depois, dado que a solução que não veio com a velocidade e elegância que o problema pedia.

Depois de então, uma série de eventos se sucederam dentro do departamento. Mudança de gestão, novos colegas no time e até a elegante resolução do desafio majoritariamente pela contribuição deles. E, como não lidei com o ‘grosso do problema’ que era da minha responsabilidade, de repente comecei a me sentir bastante inseguro.

O medo da temida demissão começou a me atormentar todo dia antes de dormir, pois já não enxergava como poderia contribuir mais no time a partir da interseção entre o eu que tinha para dar e o que tinha para ser resolvido.

Dentro dele, estavam submedos de não pagar as contas, de deixar de contribuir com minha família, de perder uma baita experiência de trabalho, de não ter êxito profissional, etc.

Bateu meio que um desespero.

Foi um processo bem irracional mesmo. Olhando para dentro, acho que mexeu numas feridas de escassez do passado.

Na conversa que estava rolando na minha mente, estava me sentindo um verdadeiro “peso morto”. Ainda assim, mantinha lá no fundo a esperança do cenário externo mudar e assim trazer meus pontos fortes para a mesa.

Contra a minha fé, mais alguns meses se passaram e continuei sem trazer nada de impactante ao departamento… não achava o meu lugar e fazia mais tarefas processuais.

Não que tarefas processuais não sejam importantes. Elas são super importantes. A questão é que simplesmente não era essa apenas a expectativa ao redor da minha contribuição.

Esse contexto, somado ao jeito como lidei com ele, juntos foram aumentando meu nível de ansiedade gradativamente.

Em dado momento, os sinais foram começaram a ficar mais evidentes. A compulsão alimentar disparou, sono diminuiu, engordei alguns quilos. Mãos e voz trêmulas constantemente ao entrar no escritório, mais ainda quando ia conversar com a gestão que passou a questionar minha competência.

Em algumas ocasiões podemos reagir bem quando estamos sob pressão, mas não foi esse o caso.

Naquele momento, meu “general interno” já estava cobrando muito e minha autoconfiança, lá embaixo. Diante disso, a dose extra de pressão mais atrapalhou do que ajudou.

Já era pouco espontâneo, fiquei mais travado ainda.

A “síndrome de impostor” – aquela crença de que não merecemos estar onde estamos, de que não somos bons o suficiente e assim por diante – só aumentou.

Paralelamente a isso, no meu tempo livre, eu continuava com meu projetinho de escrita, que era um dos poucos lugares de conforto psicológico do momento, mas que talvez tenha passado impressão adicional de distanciamento do que o departamento esperava da minha atuação.

Para minha alegria, finalmente tinha chegado a oportunidade de desenvolver algo mais relacionado à pauta em que me sentia mais capaz!

Porém, era tarde demais. :/

Estava sem saúde mental suficiente para lidar comigo mesmo.

Quem dirá com coisas externas.

Não consegui aguentar as pontas da ansiedade sozinho. Ainda por cima, deixei de praticar meu yoguinha, o que não me ajudou também.

Consequentemente, minha produtividade caiu até o ponto de atrapalhar o trabalho e despertar a antipatia dos meus colegas. As tarefas levavam mais tempo do que poderiam levar, minha tendência natural à organização foi para um extremo que prejudicava muito a execução e assim por diante.

Daí, num dia em que estava mais sensível por toda a tensão acumulada, alguma situação – que não lembro exatamente agora – me gerou um gatilho de tristeza e me deu vontade de chorar na hora.

Nem sabia o que era aquela sensação direito, fazia anos que não chorava por um sentimento negativo.

Então, chamei um ombro amigo para desabafar e depois fui chorar no banheiro do escritório.

Sim, o fim da linha tinha chegado para mim.

Não tinha mais motivação, nem clima para seguir.

Nem para os colegas, nem para mim.

Como a empresa era bem legal, até havia uma possibilidade de realocação em outros departamentos. Porém, no único em acreditava poder fazer a diferença, não tinha nada pra mim.

Enfim, enxuguei as lágrimas, arrumei ‘as mala’, peguei o FGTS (melhor parte haha), comprei ‘minhas autoajuda’ e fui pra terapia para dar outro significado à situação e aprender as lições que vou compartilhar a seguir.

Lição#1: Ser brutalmente honesto com meu propósito

Pois é, eu não fui honesto com meu propósito. Não permaneci autêntico comigo mesmo. Me afastei do meu fio de curiosidade. Do conteúdo que, intrinsecamente, queria que fizesse parte na minha nova versão.

Operando fora do propósito, deu no que deu.

Apesar disso, não estou dizendo necessariamente que se operamos fora do propósito, que estamos fadados a falhar. Estou apenas dizendo que é preciso se trabalhar bem a combinação destas duas variáveis: propósito x habilidade.

Minha medida passou a ser a seguinte: só abraçar um projeto desafiador, isto é, que me tira bastante da zona de conforto, apenas se for do meu interesse genuíno.

Tipo, algo que faria sem ninguém me pedir, que não me preocupa o julgamento raso das pessoas a respeito.

Algo que seja uma causa pessoal mesmo.

Contudo, se assim como eu você não tem independência financeira ou por qualquer outro motivo ainda precise trabalhar por dinheiro, não é fácil otimizar 100% do tempo para propósito.

Nas horas de trabalho em que otimizo para pagar as contas, meu critério é aceitar trabalhos que sei que não terei problemas em resolver, pelo fato de já ter a habilidade ou experiência correspondente.

Em um cenário otimizado para liberdade & felicidade, acredito que o trabalho estaria alinhando com nosso propósito e o ganho financeiro como pura consequência disso.

Outro caminho talvez seria vivermos num modelo socioeconômico em que as necessidades básicas das pessoas não estejam necessariamente atreladas ao trabalho, mas apenas ao direito universal à vida e a felicidade.

Tipo um salário básico para todo mundo ter moradia, transporte, educação, saúde e segurança pelo menos. Não que isso seja a panaceia da felicidade humana, mas sem esse básico, como que faz?

Independente da solução, na minha opinião, a busca por felicidade e liberdade das pessoas deveria ser otimizada em um modelo que funciona para todo mundo.

Afinal, quem não gosta de ser livre e feliz?

Para muitas pessoas, apenas ter um salário que respeite as premissas dos direitos humanos, não sofrer discriminação de qualquer natureza e poder trabalhar sem sofrer nenhum tipo de abuso já seria uma grande alegria.

Esse não é o meu caso, mas sinto muito de verdade se for o seu. Mando boas intenções daqui para que possa se livrar dessa situação o mais rápido possível sem comprometer sua família ou sobrevivência.

Devaneios à parte, o fato é que trabalhar com propósito nos tempos de hoje ainda é utopia para a maioria.

Voltando ao meu aprendizado, os vários testes que venho fazendo para construir meu modelo ideal de trabalho me levaram a adotar os dois critérios acima que compartilhei com vocês.

Parafraseando o autor estadounidense Derek Sivers, para ser honesto com seu propósito basta fazer o seguinte.

Se alguém te fizer uma proposta, só existem duas opções de resposta:

Hell yah!!! or “no”.

Traduzindo livremente, sim com toda sua alma!!! ou não.

Daí a importância do autoconhecimento e da auto-observação para termos claridade sobre o que nos motiva em dado momento.

Lição#2: A empresa é um ser vivo e também tem seu propósito

As empresas ou instituições em geral, também possuem suas próprias necessidades, prioridades e propósito. Para satisfazê-las, precisam de pessoas alinhadas com essas demandas para haver sinergia.

Do contrário, há um risco grande de não ser uma relação ganha-ganha, tipo o meu caso depois da promoção.

Naquele momento, o propósito que a empresa tinha para mim era incompatível com minha motivação.

Daí, o desalinhamento de expectativas na empresa.

Parando para pensar com calma, não é a primeira vez que episódios do tipo acontecem comigo, mas pelo jeito só fui aprender nesta ocasião…

Eu não me orgulho disso, mas é a verdade.

Numa história anterior, eu tinha ganhado uma bolsa para fazer pesquisa científica durante o início da graduação. Eu tinha curiosidade de testar se aquele ambiente acadêmico era pra mim, mas não necessariamente de torná-la minha principal prioridade, que era de tirar boas notas.

Além da curiosidade, minha maior motivação era poder somar pontos para conseguir bolsas de intercâmbio. Finalizado o ciclo, não tinha feito nada fora da curva, o que não atendeu à expectativa do mentor.

Resultado:

desalinhamento de expectativas na pesquisa.

Anos à frente, consegui uma oportunidade de trabalho em laboratório no Canadá.

Novamente, tinha curiosidade pelo contexto de pesquisa no exterior para ver se era para mim também. Ao mesmo tempo, o que mais me encantava era aprender francês.

Estudei e me engajei tanto com a língua, que consegui sair do zero e aprender a falar em 2 meses.

Agora no trabalho principal, eu fiz apenas a média, o que não atendeu às expectativas do orientador.

De novo,

desalinhamento de expectativas , agora, no laboratório.

Nessas duas situações eu não tinha me importado muito com os resultados medianos, pois o contexto específico da academia e o laboratório não me chamavam mais atenção.

Diferentemente, na experiência da demissão várias coisas que me interessavam estavam em jogo: minhas contas, as habilidades que não consegui desenvolver e a continuidade em um ambiente legal.

Daí doeu mais pra desapegar, como vocês estão vendo. haha

Moral da história: aprendi pela dor a deixar claro de forma sistemática o que as pessoas podem esperar de mim em qualquer relacionamento de forma mais transparente.

Enfim, a empresa tinha seu propósito e prioridade que era resolver o problema que não resolvi.

Ela não estava lá para se adaptar ao meu propósito.

Quando me dei conta de que o desafio não era pra mim, o caminho era mais fácil teria sido simplesmente executar a lição#3.

Lição#3: Dizer não

Criei todo esse “rolê” pelo simples medo de dizer não.

Dizer não de forma honesta para coisas que não estavam no meu propósito naquele momento. Ou, pelos menos, diminuir o que as pessoas poderiam esperar de mim de contribuição.

Poderia explicar que minha personalidade do tipo água (peixes com ascendente em escorpião para quem a astrologia fizer sentido ou IFSJ-T para quem prefere o myers-briggs) me gera uma tendência a querer agradar as pessoas.

Entretanto, ela não foi sustentável.

Na verdade, o que vinha acontecendo – além de me sobrecarregar – era agradar no início, mas decepcionar no fim.

Não estava praticando que dizer sim, não evita o desalinhamento, mas só o adia para um momento posterior.

Só agora entendi, compreendi e aceitei  pela experiência que dizer não no começo pode causar uma dorzinha (faz parte do processo), mas o problema acaba ali mesmo.

Depois, leveza pura, consciência tranquila!

Por outro lado, dizer sim sem propósito é tipo deixar de pagar a fatura inteira do cartão de crédito.

A conta vem mais salgada depois!

No início a gente reduz o incômodo, mas depois a dor vem maior com juros do desgaste de energia, tempo & dinheiro que poderiam ter sido investidos de forma mais inteligente.

Enfim, a partir dessa experiência tenho exercitado bastante o não com propósito e o alinhamento de expectativas.

Meus clientes e namorada que o digam. Só falto ir no cartório autenticar o que devem e não devem esperar de mim para não dar treta depois haha.

Vivendo e aprendendo.

Lição#4: Não preciso me provar pra ninguém, nem “sofrer agora” para ser feliz depois

Até então, muitas das minhas decisões sobre que projetos abraçar e como trilhar minha carreira estavam pautadas numa crença.

A crença de que eu deveria me provar antes com quaisquer projetos que colocassem no meu colo, para que, depois “de me provar”, pudesse conduzir minhas verdadeiras causas.

Depois de algumas reflexões, algumas com a ajuda do Gustavo Tanaka, me dei conta de que esse caminho não funciona para mim.

Para otimizar para propósito, a jornada é mais importante que a “chegada”, se é que existe “chegada”.

Ora, eu não preciso me provar para ninguém.

Seja no profissional ou pessoal, eu não estou aqui para receber validação de ninguém, a não ser da minha própria consciência. 

Não que não esteja aberto a feedbacks e sugestões – aliás super valorizo – mas o meu padrão deve ser deixar minha bússola interna comandar e filtrar o que vou testar ou não.

Esse é o meu modo “default” agora.

Estava me deixando influenciar numa intensidade além da saudável pela trajetória de alguns profissionais ou empresas que admirava.

Estava deixando passar no meu subconsciente ideias de que eu precisava necessariamente seguir um caminho parecido, ganhar validação e só depois disso seguir meu propósito.

Estava invertendo completamente as bolas.

No meu plano de “chegada”, queria passar por posição de gestão, ser um executivo por 5-10 anos, para depois me demitir, largar tudo e trabalhar remoto de qualquer lugar do mundo.

Já conhecem esse script, não? 🙂

Para complementar, a Jornalista Júlia Tolezano faz uma reflexão bem descontraída sobre essa ideia.

Acho que você não vai se arrepender de assistir o vídeo abaixo.

Enfim, que cilada mental essa né?

Não que, às vezes, tais caminhos não sejam válidos.

Todos os caminhos são válidos.

“Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena.”

– Fernando Pessoa

A minha questão apenas é que não estava vivendo o agora, que é o único momento que existe de fato.

Na minha experiência, a heurística do livro do poder do agora tem funcionado bem.

Acontece da seguinte maneira:

Se não to sendo feliz no momento presente tenho basicamente 3 opções:

  1. Aceitar a situação plenamente (dizer sim com a alma)
  2. Recusá-la totalmente (dizer não com propósito)
  3. Adaptá-la para funcionar pra mim (achar um caminho do meio sustentável)

Por falta de resolução interna, eu meio que não disse sim com a alma (por que não era meu propósito) e nem disse não com propósito no momento oportuno.

Pior coisa isso de ficar dividido viu…

Perdi totalmente meu prumo, minha paz, meus poderes internos.

Fiquei que nem uma barata tonta haha.

Quando, na verdade, minha felicidade do momento presente dependia apenas de ter uma rotina proveitosa e contribuir com meu trabalho do meu jeito, exatamente como estou fazendo agora ao escrever este texto.

Minha gratificação já está em escrever o texto, em clarificar meus aprendizados para mim mesmo (alma) e não primariamente nos likes, comentários ou compartilhamentos que possa receber (ego).

Claro que receber tudo isso é muito gostoso e não vejo mal nenhum no ego receber uma massagem.

O mais importante é que tudo isso seja com consciência e, de preferência, como uma mera consequência de se estar no propósito.

Por tudo isso, aprendi que não preciso sofrer pra ser feliz.

A não ser que, você goste de escutar Marília Mendonça. haha

Lição#5: Apesar da dor, ter gratidão e não querer voltar atrás (nem se tiver a máquina do tempo )

Se tivesse chance de voltar atrás, não mudaria nada na situação desde o início até a demissão.

Nada mesmo.

De coração, sem falsa modéstia.

Uma ditado que recentemente escutei diz assim:

“Na vida é assim, dois passos pra frente e um passo pra trás.”

– sabedoria popular

Bom, eu já tinha vindo de duas “boas fases”, então estava na hora de tomar um “sacode” para seguir “a lógica” né?

haha. 🙂

Agora falando sério…

Uma tendência que tenho – e sei que não é algo só meu – é de falar que gostaria de voltar atrás e fazer diferente, mas a gente não se dá conta de que só temos a opinião que temos, porque o passado foi exatamente do jeito que foi.

Sem passar pela situação especificamente da forma que passamos, com todos as variáveis internas e externas que estavam lá, a análise e o aprendizado – pela lente da retrospectiva – não seriam os mesmos.

Nas minhas reflexões, me dei conta de que era mais meu ego ferido se ressentindo e se apegando ao passado.

Só depois de exercitar religiosamente por meses a gratidão por tudo exatamente como foi, que fiz escrevendo um diário de 5 minutos diariamente e consolidando nesse formato de retrospectiva, que esse entendimento veio sutilmente de mãos dadas com a libertação desse vício.

Se eu voltar a dizer que faria diferente, que seja em relação ao futuro. Assim me desapego do passado, não fico pensando em inventar a máquina do tempo e vivo com mais intensidade todas as possibilidades que estão me sendo presenteadas no agora.

E se deslizar de novo no futuro na mesma lição?

Tudo bem, não tem problema.

Dá-lhe mais doses de diário, retrospectivas e aprendizados na jornada.

Pelo menos um pouquinho mais esperto sei que vou estar para os próximos testes que a vida vai trazer.

Afinal, a beleza da vida é jogar com a incerteza.

E você?

Espero que compartilhar essa retrospectiva pessoal gere algum conforto para quem passou, está passando ou vai passar pela experiência de demissão, que pode nos ajudar bastante no nosso autoconhecimento e aprendedorismo.

E você, já aprendeu alguma lição a partir de uma demissão?

Se se sentir à vontade, vamos trocar figurinhas nos comentários. 🙂