em Diário

É duro confessar, mas é a pura Verdade. Eu Não sou um Cara Produtivo.

Falta de Foco: É duro Confessar, mas eu não sou um Cara Produtivo. Confissões de quem tem dificuldade em ter destaque na vida por falta de foco.

Ah, é. A produtividade… Ela me deu um tapa na cara… Depois de passar por um turbilhão de coisas no primeiro trimestre — cheio de altos e baixos — esse é o diagnóstico “cru” que tive de mim mesmo.

Eu ainda não tenho certeza se essa é a hora de estar triste, ou feliz, porque eu ainda estou surfando essa onda…

Esse ponto da virada de compreensão aconteceu depois de mergulhar de cabeça em um material sobre produtividade com propósito de Benjamin P. Hardy, recomendado pela minha amiga Lilian Klemz.

Sim, esse foi o empurrão definitivo de que eu precisava para perceber que eu estava perdido no caminho, ou pelo menos muito mais “à deriva” do que eu gostaria de estar há muito tempo. Na verdade… Isso tem acontecido desde que me entendo por gente na minha existência na Terra até agora.

Parece até um drama, mas daqui a pouco vai dar para perceber que não é exagero.

Então, neste post, eu vou compartilhar contigo todos os pequenos eventos, leituras e pensamentos aos quais fui exposto antes de atingir esse entendimento em minha vida e onde eu estou no momento.

E foi assim que tudo começou…

Fim de 2015 | 7 meses de Resultados Digitais

Eu fui convidado pelo nosso CEO Eric Santos para contribuir na construção de um manual de produtividade para o time da Resultados Digitais ao ter escrito um blogpost sobre produtividade para o blog de marketing da RD.

Desde então, eu tive a oportunidade de ser abordado por vários membros do time da RD para ajudá-los com desafios de produtividade. Para resumir, eu meio que tornei o “cara da produtividade” na casa.

É claro, eu me senti muito grato, porque minhas necessidades de compartilhamento e de apreciação estavam sendo correspondidas.

E quando o primeiro trimestre de 2016 entrou em cena

Eu estava muito animado para fazer as coisas acontecerem e para entregar mais.

Nesse sentido, eu me envolvi em uma boa parcela de iniciativas (pelo menos para mim). Elas foram:

  1. [Projeto de Equipe] Ajudar a desenhar as Success Milestones e a Jornada de Inbound Marketing para os clientes RD
  2. [Comarketing] Coordenar uma iniciativa de eBook com a Gainsight
  3. [Voluntariado] Dar aulas de Yoga para os amigos e amigas de trabalho na RD
  4. [Projeto de Equipe extra] Estudar e escrever rascunhos iniciais para o Manual de Produtividade da RD
  5. [Mentoria] Tarefas e Desafios semanais para melhorar as skills de Marketing Digital
  6. [Experimentos] Testar uma maneira de reduzir o cancelamento de calls por parte dos clientes no processo de implementação
  7. [Projeto pessoal] Escrever posts em MathiasLuz.com

Talvez, essa quantidade de projetos possa ser muito grande, ou muito pequena para você. Não é a minha intenção me gabar de qualquer coisa.

A verdade é que enquanto eu estava revendo essa lista, um sensação de déjà-vu, como uma intuição, passou pela minha cabeça.

Algo dentro de mim fez soar um sinal alerta…

Do nada, uma conversa começou a ser travada dentro da minha cabeça por dois velhos conhecidos meus: meu Eu-Maior e meu Eu-Menor.

O Tribunal da Mente: Eu-Maior😇 x Eu-Menor👿

Eu Maior vs. Eu Menor por Sean Davis

Eu Maior vs. Eu Menor por Sean Davis

Eu-Maior😇

Uau, parece que você está carregando um fardo mais pesado do que pode aguentar. Você está colocando o equilíbrio da sua mente, corpo e emoções em risco. Sem eles, seu trabalho pode ficar muito superficial ou desleixado. Como você vai sustentar excelência e a qualidade?

Eu-Menor😈

Cara, não se preocupe tanto com isso, porque você vai conseguir manter o trabalho ativo e em curso. O que importa é que você se vire e o finalize, como você costuma fazer, certo, Mathias?

Afinal, você é o “cara da produtividade”, não é?

Eu-Maior😇

Meu brother, mas você não está levando em consideração uma margem de erro e de atraso de 20–30% nas suas entregas. Você sabe que você tende a superestimar a sua performance.

Além disso, você não está considerando as possíveis emergências que serão causadas por todos esses compromissos que podem te causar ainda mais stress na rotina.

Sem contar as urgências do seu trabalho principal como Gerente de Implementação (implementar o software e revisar as atividades dos clientes) — o que, por sinal, já é um desafio e tanto para você conseguir manter seus níveis de energia altos.

Profissionais de Venda e de Atendimento ao Cliente sabem do que eu estou falando. Ter várias demandas diferentes clientes pode comprometer a força de vontade durante o dia, já que ela é pouca e limitada.

Eu-Menor😈

Rapaz, não se preocupe com isso. Você é o superhomem da produtividade. Você só precisa de 6–7 horas de sono para pular da cama às 4h30–5h da manhã!

Você é demais! Você não é “faca na caveira” o bastante para dar um jeito? Se a agenda da semana não for suficiente, os fins de semana não estão aí para isso?

Fim do Julgamento

Adivinha quem ganhou o caso?

O Eu-Menor é o cara da Lábia…

Enquanto eu tomava a decisão de escutá-lo, o trimestre havia começado. No começo dele, tudo foi bem. Meus níveis de energia estavam altos e tudo estava sob controle.

Eu até me senti orgulhoso e esperto por ter dado ouvidos ao meu Eu-Menor, ter tomado a “decisão certa” e conseguir levar conduzir esse tanto de responsabilidades.

No entanto…

Não durou muito tempo… Olha a Falta de Foco

Ampulheta por Nick Olejniczak

Ampulheta por Nick Olejniczak

Fevereiro chegou e eu me senti no meio de uma turbulência. Eu simplesmente perdi o senso de controle sobre a rotina e sobre meus objetivos de médio/longo prazo.

Eu me senti tão sobrecarregado pela quantidade de eventos que se acumulou que eu não sabia como lidar com a situação.

Devido à performance recorde de nosso time de Vendas somada com outras variáveis, o time de Implementação sofreu um stress geral por causa da quantidade de trabalho que caiu em nossos colos.

Em outras palavras, nós estávamos fazendo de 5 a 7 ligações de onboarding por dia, 2–3 a mais que o normal de 3–4 reuniões por dia.

Sem contar algumas urgências que apareceram para serem resolvidas, das quais não consigo me lembrar especificamente, porém, você e eu bem sabemos que elas aparecem.

Então, para continuar com as iniciativas citadas anteriormente, eu decidi trabalhar aos fins de semana também.

Depois, eu perdi o controle da revisão semanal que eu costumava fazer todas as manhãs de domingo — tempo no qual eu avalio a minha performance e avanços na semana anterior, identifico melhorias e estabeleço prioridades para a próxima.

Resultado final:

  1. [Projeto de Equipe] Metade Entregue 😐
  2. [Comarketing] A ser entregue: tradução já feita, mas ainda não está no ar 😐
  3. [Voluntariado] Entregue: se não fosse por essas práticas de yoga/meditação, talvez eu já estaria louco🙂
  4. [Projeto de Equipe Extra] A ser entregue: rascunhos iniciais e leitura do livro já feitos, mas o escopo ainda precisa ser definido 😐
  5. [Mentoria] Entregue🙂
  6. [Experimentos] A ser entregue: estou envergonhado, mas é a verdade. Eu simplesmente não estou confiante em relação à validade desses experimentos, já que eu não tive um mantive um acompanhamento semanal tão firme como gostaria. 😐
  7. [Projeto Pessoal] Terrível: Nenhum post escrito no primeiro trimestre de 2016 de um objetivo de 3 (1 post/mês). Isso realmente me deixou frustrado e matou meu senso de progresso, porque escrever me gera essa sensação…😞

Por tudo isso, eu mergulhei mais fundo no “Vale dos Sobrecarregados” me sentindo:

  • Medíocre, frustrado
  • Ansioso, estressado
  • Com poucas horas de sono e incomodado

Eu estava tão incomodado que eu até falei para a minha gestora Laryssa que eu não queria mais gerenciar implementações e que eu queria exercer uma posição diferente, ou, talvez, até sair da Resultados Digitais.

Mascando a minha real dor, eu disse à ela que esse trabalho não estava permitindo que eu usasse a minha capacidade criativa e analítica em um nível que gostaria.

Sem uma solução, ou pelo menos uma tentativa de solução como eu queria — ah, menino mimado — um estado de confusão dominou todo o meu ser, de uma maneira que não acontecia há um bom tempo.

Realmente, eu não estava me entendendo… logo eu, que costumava ter segurança do queria na maior parte das vezes…

Eu-Maior😇

Onde você está, Mathias? Preso na própria armadilha da “produtividade”? Eu avisei! Por que você o(😈) escutou?

Sem saber direito o que fazer, eu continuei me puxando nessa rotina da forma que eu pude.

Feixes de Luz na Nuvem da Confusão

Feixes de Luz por Julie Falk

Feixes de Luz por Julie Falk

À medida que eu experienciava minha fossa de motivação, pareceu-me que o universo estava me mandando alguns insights de diferentes formas, apesar de que eu não os percebesse de cara.

De uma maneira estranha, as coisas que me levaram para o fundo do poço foram as mesmas coisas que estavam tentando me puxar para cima de novo.

Elas vieram na forma de três eventos:

1. O projeto de Manual de Produtividade

Logo depois de que o time do Manual de Produtividade foi formado, Eric simplesmente nos descarregou todo o conteúdo que ele separou que o ajudou a construir o seu próprio sistema de produtividade: uma lista recheada de posts de blogs, livros, vídeos e podcasts para todo mundo estudar e ficar na mesma página.

Meu… quando eu vi essa lista, eu engoli seco.

Como eu vou conseguir tempo de analisar esse amontoado de mais de 40 artigos em inglês, alguns livros e todo o resto?

Por acaso, o Eric está jogando “Shark Tank” da produtividade e não nos avisou?

Bom… O feriado de carnaval estava próximo e essa seria a minha saída.

Com certeza, eu nunca fiz um voo tão produtivo como esse: eu estudei toda a lista — em estado de flow — no avião enquanto eu fazia a viagem de ida e de volta para meu retiro de Yoga de carnaval em Ouro Preto (MG).

Eu me virei em todo o tempo livre entre as pausas, práticas de yoga e meditações para resolver isso.

Quase acabando de consumir a lista, eu me peguei em um momento íntimo de surpresa…

Eu estava boquiaberto com todos os insights coletados, mesmo eles sendo muito simples.

Isso aconteceu porque eu percebi que todos os grandes contribuidores com quem entrei em contato através das leituras (escritores, empreendedores, CEOs, investidores) tinham seus próprios rituais de produtividade.

Esse padrão se tornou ainda mais claro quando eu ouvi a maioria dos brilhantes convidados de Tim Ferriss em seu podcast The Tim Ferris Show, como Derek Sivers, Josh Waitzkin, Luis von Ahn, Maria Popova, Neil Strauss, Ryan Holiday, Seth Godin em seus hábitos e rotinas.

Temos ótimos exemplos aqui no Brasil também, dos quais destaco a Bel Pesce e o Murilo Gun que são “freaks” nesse quesito também.

Todos eles têm um único foco. Eles se dedicam apenas a uma coisa de cada vez. Eles têm seu próprio sistema de produtividade. Eles preferem menos e devagar.

De certa forma, esse foi o primeiro feixe de luz no meio da nuvem de confusão… Percebi que estava fazendo exatamente o oposto desses grandes contribuidores..

Sugestão #1

Dedique-se a algo até sentir que domina esse tema e que é capaz ajudar amigos e amigas em problemas relacionados a ele.

Mas não acabou por aí…

2. Uma Leitura Singular: De Zero a Um (Zero to One)

De Zero a um por Peter Thiel

De Zero a um por Peter Thiel

Depois de terminar o material de produtividade na minha volta a Florianópolis, eu comecei a folhear o livro que um amigo tinha me emprestado, De Zero a Um, de Peter Thiel e Blake Masters.

A leitura foi muito simples, rápido e fluida e, mesmo assim, muito intrigante para mim naquele momento.

Algumas declarações do cofundador do Paypal, de certa forma, questionaram alguns conceitos que eu vinha carregando desde a época do colegial. São eles:

  1. Capitalismo e Concorrência não são ‘amigos’. Eles são inimigos na verdade. O capitalismo visa acúmulo de capitais. Antagonicamente, se a Concorrência é perfeita, não existe o acúmulo de capitais.

(Até onde eu me recordo das aulas de história, capitalismo e concorrência coexistiam em harmonia)

2. Evite competição a todo custo ao ser 10x mais efetivo do que qualquer outra solução existente.

(Isso chamou minha atenção, porque eu não gosto de competição. Esse sentimento de ‘pressa’ para atingir o que o outro competidor está fazendo, esse ‘olhar para os lados’ ao invés de olhar para a frente/dentro acaba com a minha paz de espírito. Eu interpretei “10x mais efetivo” como seguir uma motivação intrínseca)

3. Parta em uma missão ao invés de olhar para tendências. Se algo é tendência, o bonde da inovação já passou.

(Sim Peter, eu concordo. Missão é pela inovação, criatividade, avanços. O complicado é que o senso comum nos direciona para tudo que é tendência: a profissão da moda, as roupas da moda, a dieta da moda e etc da moda…)

Apesar de todos esses argumentos surgirem em um contexto de negócios, eu vi claramente uma tradução perfeita no meu contexto pessoal na forma dessas duas perguntas:

  • Eu estou seguindo uma missão (o que meu coração pode sentir) ou apenas atrás de oportunidades que já existem (o que meus olhos podem ver)?
  • Eu estou sendo realmente excelente (10x) nas iniciativas que conduzo?

Bom, as respostas você e eu já sabemos, se não não estaria provavelmente escrevendo esse post.

A partir dessa reflexão, parecia que o mesmo feixe de luz reluzia mais forte e me mostrando o mesmo princípio que eu não estava percebendo até então.

Sugestão #2

Construa sua rotina com base em suas motivações intrínsecas e no seu senso de propósito.

O Ponto da Virada

Efeito Dominó

Efeito Cascata por Martin Firsch

3. Conversas

Finalmente de volta do meu retiro de yoga, eu procurei falar mais com a minha amiga Lilian sobre orientações de carreira e compartilhar esses insights que eu estava colecionando desde então.

Desde que começamos a compartilhar ideias, a experiência foi incrível, porque nós estávamos, de certa forma, viciados em conversar sobre autoconhecimento e propósito.

Nós estávamos compartilhando pensamentos, impressões e sonhando como a nossa empresa — a Resultados Digitais — poderia ajudar seus membros a descobrirem e trazerem sua motivação intrínseca para o trabalho e eventualmente criar uma verdadeira disrupção.

A conversa estava tão boa, que surgia o pretexto de ir supermercado para termos mais tempo de conversar.

Entre nossos materiais compartilhados, ela me reapresentou a música Money on my Mind de Sam Smith:

Até então, eu não havia prestado atenção nas lições ricas de auto-conhecimento, propósito e foco que a música traz.

Também, foi muito inspirador descobrir as histórias de superação do Sam por trás de todo o sucesso que a maioria das pessoas talvez não conheça.

Outro ponto que nós discutimos foi o perigo de se tomar uma decisão de carreira baseada somente nos louros de um cargo/posição, principalmente os gerenciais, porque o lugar comum tende a valorizar isso como sucesso.

Mas enfim, isso é tema para uma outra história!

Sugestão #3

Converse tudo que tiver para conversar com alguém em que você confie e que tenha passado por experiências similares.

Por último, chegamos ao Ponto da Virada.

Ela me indicou o post de blog mais impactante sobre produtividade e propósito que eu já li, que resumiu toda a nossa ‘catarse’ e que confirmou a causa das minhas dificuldades enfrentadas até então.. Isto é,

porque eu não sou um cara produtivo.

Nessa leitura, eu finalmente senti que esse era o farol que fez desaparecer toda a nuvem de confusão que estava dentro de mim.

Mas o que era isso afinal?

PRODUTIVIDADE. NÃO. É. FAZER. VÁRIAS. COISAS. RAPIDAMENTE.

Produtividade Não é se Fazer Várias Coisas ao mesmo Tempo

Produtividade Não é se Fazer Várias Coisas ao mesmo Tempo

Scott Webb citado por Benjamin Hardy

Você pode fazer várias coisas e nem chegar perto do seu ideal. A maioria das pessoas vive a vida dessa maneira. Elas estão se acabando ao correr em um milhão de diferentes direções. Nossa sociedade se tornou obcecada por produção constante. Há pouco tempo para ser e viver.

Produtividade é ir atrás da direção desejada, propositalmente e consistentemente.

Pessoas muito produtivas aprenderam as duas coisas mais importantes que todos precisam saber na vida:

Quem elas são

Qual é o propósito de suas vidas

– Fonte : 15 Coisas que pessoas intensamente produtivas fazem diferentemente, de Benjamin Hardy

E esse era o meu problema. Eu não sabia qual era o meu foco.

Que tipos de problemas eu queria dedicar unicamente a minha energia?

Qual assunto eu queria estudar intensamente até eu chegar ao ponto de me dominar aquilo?

Na verdade, eu estava misturando várias coisas sem um foco claro.

E foi assim desde sempre.

Desde que eu me entendo por gente.

Foi esse o déjà-vu que eu senti quando meus dois ‘eus’ começaram a discutir mais cedo nesse texto.

Desde a infância até a vida adulta, eu nunca levei a sério minhas oportunidades de aprendizado (karate, capoeira, violão, ping pong, surf, natação, enzimologia, ciência de polímeros, programação) ou o suficiente para ter consistência em uma missão.

Eu sempre fui tipo: Ah, isso é legal! Eu quero aprender isso.

Ah, não, mas ‘aquilo’ é ainda mais legal!

Então, eu aprendo os dois ao mesmo tempo, ou eu abandono um (e essa história sempre se repetia… nunca focando em algo para fazer acontecer , mas sempre indo superficialmente nas coisas).

Dessa maneira, nunca percebendo que nunca me comprometi a separar um tempo para realmente refinar, destilar, refletir, compartilhar e dominar em apenas uma coisa.

E foi tudo isso que eu colecionei. Um “Mar sem Fim” de experiências e conhecimentos superficiais (que não tem nada de profundo como a obra do Amyr Klink, cujo título peguei emprestado).

Sabe de uma coisa?

Eu estou cansado dessa superficialidade, de sempre estar na superfície das coisas.

Como eu disse antes, eu não sei ao certo se eu devo ficar feliz ou triste por toda essa história.

Eu estou feliz porque eu finalmente encontrei a fonte das minhas dificuldades, mas triste por todo o tempo que eu perdi até agora.

Com isso, eu imagino o quão mais feliz eu poderia estar agora se eu tivesse tido esses insights antes na minha vida…

(Ok, não há mais tempo para arrependimentos.)

Próximos Passos?

Eu ainda não tenho uma solução definitiva para mim. E, sinceramente, receio de que nunca a terei.

Mesmo assim, a única coisa de que eu tenho convicção agora é que vou estudar Produtividade (mas com propósito) até eu dominá-la, isto é, resolver pelo menos meus problemas recorrentes nesse campo e quem sabe ajudar alguns amig@s.

Espero ter a chance de compartilhar essa jornada em textos futuros.

O que você acha?

Você se identifica com algumas das minhas dificuldades?

Tem alguma experiência parecida ou que gostaria de compartilhar?